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| 29 de junho de 2009 |
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Tema da Semana |
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| Grupo de empresas e institutos brasileiros busca trabalho único no processo de identificação de metas globais e regionais de uso de TIC na educação |
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| Fábio Tagnin, Gerente de Educação da Intel Brasil |
A criação de metas locais do uso de TIC na educação, relacionadas às metas do Todos Pela Educação e alinhadas a metas regionais (eLAC 2010) e globais (Agenda Global 2009 do Forum Econômico Mundial), é o objetivo de um Grupo de empresas e institutos brasileiros para fortalecer a educação no País. Trata-se do Grupo de Discussão de TIC na Educação, que tem como proposta construir um grupo de trabalho único que possa estabelecer metas e ações em educação, integrando o trabalho que vem sendo feito pelo Instituto para o Desenvolvimento e Inovação Educativa (IDIE) com indicadores, e consolidando a parte de educação do Fórum de Lideres Digitais (DLF), iniciativa do Movimento Brasil Competitivo (MBC) e da Intel Brasil. Nesse sentido, para dar continuidade ao trabalho de indicadores e metas de TIC na educação, a Intel realizará uma reunião de trabalho, no auditório da empresa, em São Paulo, na próxima quinta-feira (02). Estarão presentes representantes de todos os institutos e organizações, que vêm participando das discussões de uso de tecnologia na educação, tanto no âmbito do Grupo de Institutos, Fundações e Empresas (GIFE) quanto nos grupos paralelos. Em entrevista à TIC Educação, Fábio Tagnin, Gerente de Educação da Intel Brasil, falou sobre a iniciativa e detalhou o que será discutido na reunião de trabalho do próximo dia 02. Tagnin falou ainda sobre a importância de mapear o relacionamento entre ações, indicadores, resultados e metas da educação. Segundo ele, muitos municípios não têm idéia de como realizar ações concretas para endereçar seus problemas e tirar proveito das oportunidades e programas oferecidos por organizações e empresas na área de tecnologia educacional.
TIC – De onde partiu a iniciativa da criação do Grupo de Discussão de TIC na Educação e o que será debatido na reunião de trabalho do dia 02 em relação aos indicadores e metas de TIC na educação?
Fábio Tagnin – A criação do grupo foi uma convergência de iniciativas de institutos e organizações. A Intel e o MBC organizaram, no Brasil, um Fórum de Líderes Digitais em dezembro de 2007, com uma segunda edição em 2008, em que participaram executivos de diversas empresas brasileiras, membros da academia, instituições e do Governo Federal. O então presidente do conselho da Intel, Craig Barrett, também estava presente, como representante do G@id (Global Alliance for ICT and Development), grupo da ONU ligado às iniciativas de desenvolvimento com o uso da tecnologia. O objetivo do fórum é fomentar a discussão de políticas públicas e ações estratégicas, que promovam a competitividade por meio do uso de tecnologia da informação e comunicação, criando sinergia entre os líderes locais, identificando oportunidades de parcerias público-privadas e estabelecendo um processo de acompanhamento dos avanços em ações concretas. A primeira edição teve foco muito grande em educação para a competitividade, enquanto a segunda abriu a discussão também para a capacitação profissional, inclusão digital, gestão pública e infra-estrutura. No início deste ano, a Intel e o MBC firmaram uma parceria para dar continuidade ao Fórum de Líderes Digitais, com foco em educação, inovação e gestão pública. Em paralelo, dando continuidade à discussão específica sobre educação, a Intel iniciou junto à Microsoft, Instituto Ayrton Senna e Instituto Crescer, um processo de identificação de metas globais e regionais de uso de TIC na educação, com base em discussões do Fórum Econômico Mundial e do eLAC 2010. Com esse processo, fomos convidados a nos juntar a um grupo maior, ligado ao GIFE, que também estava iniciando uma discussão de metas e indicadores de uso de TIC na educação, com base em um estudo iniciado pelo IDIE, criado pela OEI (Organização dos Estados Ibero-americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura) e Fundação Telefônica da Espanha. Quanto à reunião do dia 02, o objetivo é unir esforços e consolidar um grupo único, com uma reunião de trabalho para construir uma proposta coletiva.
TIC – Como está o processo para a criação desse grupo de trabalho único, que pretende integrar o que vem sendo feito pelo Fórum de Lideres Digitais, pelo e-LaC e pela Agenda Global 2009?
Fábio Tagnin – O grupo cresceu e avançou no mapeamento de algumas ações locais, discutindo sua avaliação e contribuição para as metas do eLAC, inclusive junto a representantes do Ministério da Educação. Os estudos do IDIE também foram compartilhados com os institutos, que agora estão analisando as metas da Agenda Global 2009 do Fórum Econômico Mundial e sua possível contribuição para as cinco metas do Movimento Todos Pela Educação. O MBC ajuda na condução do processo, enquanto estabelecemos uma metodologia de atribuição de indicadores quantitativos e qualitativos que possam ser usados no acompanhamento das ações da rede pública de educação em direção às metas que serão estabelecidas.
TIC – Qual a importância de mapear o relacionamento entre ações, indicadores, resultados e metas da educação entre os diversos grupos?
Fábio Tagnin – Hoje, muitos municípios, mesmo com o seu PAR (Plano de Ações Articuladas), ainda não têm idéia de como realizar ações concretas para endereçar seus problemas e tirar proveito das oportunidades e programas oferecidos por organizações e empresas na área de tecnologia educacional. Há diversos projetos de eficiência comprovada sendo realizados em muitos deles, mas não há um guia ou manual de como melhorar a qualidade da educação e promover o desenvolvimento e a competitividade no País com TIC. Daí a importância de se ter a discussão, a articulação entre a academia, instituições e governos, para estabelecer um processo eficaz e equipado com instrumentos de acompanhamento, que possa ser adotado pelos municípios e estados na condução de um plano de estímulo à melhoria da educação de crianças, jovens e adultos. É interessante notar que essa discussão não está acontecendo só no Brasil, mas em muitos outros países, em âmbitos regionais e até global. Há diversos Fóruns, Congressos, Organizações, Universidades e outros grupos tentando medir a eficiência do uso de tecnologia no aprendizado, e há diversos tipos de tecnologias sendo empregados em modelos, na maioria das vezes, muito distintos, tornando difícil a mensuração e comparação de resultados. Não temos a ambição de descobrir o caminho certo, mesmo porque entendemos que pode haver vários deles, mas sim de dar à sociedade brasileira a oportunidade de crescer por meio de medidas coerentes, de eficácia comprovada e alinhadas a um norte muito bem definido pelo Movimento Todos Pela Educação.
TIC – No cenário da sociedade da informação, qual a importância de unir setor privado, sociedade civil e governos para a construção de uma sociedade da informação inclusiva e voltada para o desenvolvimento?
Fábio Tagnin – Ações desarticuladas podem até imprimir efeitos benéficos localizados, mas não têm a força de mudar a sociedade e promover o real crescimento em direção ao desenvolvimento. Quando se junta o setor privado, com suas ações de responsabilidade social corporativa, à sociedade civil e aos governos igualmente responsáveis, está se buscando uma unidade coesa que tenha metas determinadas e o compromisso de atingi-las, trabalhando em políticas públicas voltadas ao desenvolvimento. Uma parte cobra a outra, empurrando o processo para a frente e unindo recursos para a inclusão dos cidadãos na sociedade do conhecimento. Os problemas localizados passam a ser parte de uma consciência coletiva, que contribui para sua solução. Hoje, se fala muito em inovação como motor do desenvolvimento, e é isso que buscamos nessas parcerias: a disseminação do conhecimento para a construção de mais conhecimento, o fomento à criatividade para gerar inovação e, quem sabe, chegar a resolver alguns problemas graves da nossa sociedade, como a pobreza, a exclusão, a exploração descontrolada do meio-ambiente e, claro, a qualidade do processo de ensino e aprendizagem. |
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ALERTAS DA SEMANA |
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Propostas para o Guia de Tecnologias.
Institutos de ensino superior, centros e museus de ciências, ONGs, centros de pesquisas e empresas interessadas em inscrever propostas para o Guia de Tecnologias do Ministério da Educação têm prazo até 20 de julho para enviar os materiais. O Edital nº 1/2009, publicado no Diário Oficial da União, em 21 de maio, enumera as 15 áreas prioritárias, entre elas, relações étnico-raciais, ensino-aprendizagem, alfabetização, inclusão digital, formação continuada de professores e gestão de sistemas de ensino. Na inscrição, as entidades devem indicar para que etapa da Educação Básica a tecnologia se destina – Educação Infantil, Ensino Fundamental ou Ensino Médio. Mais informações no site www.mec.gov.br.
Institutos federais são tema de debate na Câmara dos Deputados.
Como os institutos federais de educação, ciência e tecnologia podem ajudar em questões como a inclusão digital, a capacitação de populações de baixa renda e a criação de oportunidades de emprego. Essas e outras questões serão discutidas no dia 07 de julho, na Câmara dos Deputados, em Brasília. As inscrições para o debate estão abertas e podem ser feitas na página eletrônica da Câmara. Informações adicionais no site www.camara.gov.br.
Prorrogado até 2 de julho o prazo de indicação de livros didáticos para 2010-2012.
Professores e diretores da rede pública de ensino fundamental têm até o dia 02 de julho para selecionar os livros didáticos que serão usados no período de 2010 a 2012 por estudantes do primeiro ao quinto ano. Em razão do grande volume de acessos ao sistema de escolha pela internet, o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) prorrogou o prazo final, antes estabelecido no dia 28 de junho. Como orientação aos professores e diretores, o Ministério da Educação elaborou um guia com o resumo de todos os livros didáticos ofertados. As escolas que não quiserem as obras do Programa Nacional do Livro Didático devem registrar essa opção no sistema. Do contrário, receberão compulsoriamente os livros mais pedidos no município. www.fnde.gov.br. |
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Debate |
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| CDI lança projeto para transformar lan houses em casas de sustentabilidade e de responsabilidade social |
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| Rodrigo Baggio, fundador e diretor-executivo do CDI, e a apresentadora Regina Casé, durante lançamento do CDI Lan |
Lugares onde 48% dos usuários brasileiros se conectam ao mundo virtual – entre eles 82% dos que recebem salário-mínimo, segundo o Comitê Gestor da Internet –, as lan houses são hoje o caminho mais curto para ampliar o acesso à tecnologia. Mas, para que elas promovam uma inclusão digital efetiva, é preciso que façam a ponte entre educação, cidadania e empreendedorismo e que se transformem em negócios sociais sustentáveis.
No último dia 25 de junho, as lan houses tiveram, pela primeira vez, essa oportunidade. Foi lançado no Rio de Janeiro o projeto CDI Lan, que prevê um código de conduta para as casas que se afiliarem e também uma assessoria no campo da gestão. O objetivo é romper com os estereótipos e preconceitos que ainda cercam as lan houses e fazê-las cumprir um papel relevante nas comunidades onde atuam. Desde o lançamento, 38 lan houses de várias partes do país já se associaram.
Idealizado pelo Comitê para Democratização da Informática (CDI) e apoiado pela Associação Brasileira de Centros de Inclusão Digital (ABCID), o projeto tem como embaixadora a atriz e apresentadora Regina Casé, que se mostrou comprometida com a questão das lan houses e com o impacto da tecnologia nas periferias. O CDI Lan pretende aglutinar o maior número possível de estabelecimentos, que já somam quase 100 mil no País, qualificando e diversificando o que eles oferecem e garantindo, assim, o seu futuro como negócio. Para isso, basta acessar o endereço www.cdi.org.br, onde os donos de lan houses poderão processar a afiliação e obter mais informações sobre o processo.
“Queremos que as portas das lan houses e as janelas dos seus computadores levem ao conhecimento, ao fomento da criatividade, a oportunidades de trabalho e à geração de renda. Que elas sejam canais de informação, cultura e entretenimento saudável. E que atuem com ética e sentido social, produzindo mudanças e resultados”, explica Rodrigo Baggio, fundador e diretor-executivo do CDI, ONG pioneira em inclusão digital na América Latina.
O CDI Lan nasce como uma nova divisão do CDI, espelhando-se no bem-sucedido modelo de inclusão digital sustentável mantido há 14 anos pela organização, em 10 países. Esse modelo comporta a criação de espaços de ensino e oferta de serviços voltados para públicos de baixa renda, os “CDIs Comunidade”, que vêm transformando vidas com o apoio da tecnologia.
Para Mário Brandão, fundador da ABCID e coordenador do CDI Lan, o projeto abrirá caminho para a exploração das ricas possibilidades do mundo virtual, em benefício de populações excluídas. “A experiência dos CDIs Comunidade será replicada nas lan houses, aumentando o número de pessoas contempladas pela informática, pela prática da cidadania e do empreendedorismo e pela prestação de serviços em várias áreas – como geração de trabalho e renda, e-gov, ensino, cultura, turismo, meio ambiente e outras. Algo que será tão bom para a comunidade quanto para as lan houses, garantindo a sustentabilidade do negócio”, enfatiza Brandão.
Regina Casé, que em 2008 dedicou uma série ao tema das lan houses dentro de um programa de televisão, mostrou que esses estabelecimentos conseguem gerar, sem grandes esforços, manifestações de arte, vínculos de amizade e movimentos inovadores. E espera que façam muito mais. “A lan house não é um lugar para ninguém fugir da escola. Ela pode e deve ser a melhor amiga da escola”, adverte Regina, que gravou um vídeo para reforçar a campanha do CDI Lan na mídia. |
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Debate |
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| Prêmio Microsoft Educadores Inovadores recebe inscrições gratuitas até o início de julho |
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| Adriana Pettengill, gerente de Educação para o Prêmio Educadores Inovadores |
O período de inscrições para a quarta edição do Prêmio Microsoft Educadores Inovadores está se aproximando do fim. O prazo final para envio dos projetos é o dia 10 de julho (exceto para a categoria Educador Inovador - Escola Técnica, que terá prazo até 03 de julho). A expectativa é de que o número chegue a 700 projetos inscritos nessas últimas semanas, quando costuma aumentar fortemente o número de submissões. Os vencedores da etapa de âmbito nacional do prêmio serão conhecidos no dia 25 de agosto, em São Paulo.
A gerente de Educação da Microsoft para o Prêmio Educadores Inovadores, Adriana Pettengill, explica que o prêmio foi criado com o objetivo de reconhecer e destacar os projetos educacionais que melhor utilizam a tecnologia para aperfeiçoar o processo de ensino-aprendizagem no País. “É a quarta edição do prêmio, que teve sua primeira versão brasileira em 2006. Até o ano passado, o prêmio era apenas para professores dos ensinos fundamental e médio. A principal novidade da edição deste ano é que, pela primeira vez, haverá uma categoria especial para educadores de TI das escolas técnicas, denominada Educador Inovador – Escola Técnica. Além disso, na categoria Educador Inovador, pela primeira vez, a eleição será via voto popular pela web. Qualquer pessoa com acesso à internet poderá votar nos projetos pré-selecionados a partir de 10 de agosto. Para as demais categorias, a seleção é feita por meio de um júri especializado”.
O concurso, que é parte das iniciativas de cidadania corporativa da empresa no País, é aberto a todos os educadores da rede pública de ensino (Secretarias Municipais ou Estaduais de Ensino, incluindo os Núcleos de Tecnologia Educacional - NTEs ou NRTEs, escolas públicas municipais ou estaduais), ONGs e Fundações. Para participar do prêmio, os educadores precisam preencher o memorial descritivo que está no site do prêmio (www.educadoresinovadores.com.br), além de documentar o conteúdo didático apresentado nas aulas com textos, apresentações e imagens.
O educador precisa comprovar que a tecnologia foi utilizada de forma inovadora dentro da sala de aula e que teve efeitos positivos para os alunos. Além disso, o projeto precisa estar sendo adotado por um período mínimo de três meses. Uma banca formada por renomados educadores do país vai avaliar cada um dos inscritos e selecionar 15 finalistas. Não há nenhum custo para participação. Os projetos vencedores seguirão para etapas posteriores, disputando com projetos latino-americanos e, depois, de todo o mundo.
“Nosso maior objetivo é dar visibilidade às práticas encontradas pelas próprias escolas de utilização da tecnologia para promover um processo de ensino e de aprendizagem mais efetivo. Essas experiências vencedoras, propostas por gestores educacionais, docentes e discentes, surgiram de uma demanda real, sentida por eles na escola, e por isso possuem potencial de serem reproduzidas em grande escala. A equipe brasileira que venceu as finais nacional e latino-americana do prêmio no ano passado, por exemplo, recebeu reconhecimento dos governos locais por sua iniciativa e teve um blog criado no site da TV Cultura para compartilhar a experiência vencedora, que proporcionou aos alunos participantes a oportunidade de entender e vivenciar na prática o tema proposto pelo projeto”, explica a gerente de Educação da Microsoft.
Para Adriana Pettengill, a educação é a base do desenvolvimento social e, como empresa de tecnologia, a Microsoft sabe o poder transformador desta ferramenta, que pode colaborar com educadores, governos e outros parceiros para aprimorar o desenvolvimento do potencial dos indivíduos. “Para tanto, é fundamental garantir que as escolas tenham acesso a ferramentas consistentes de alta qualidade, conteúdos e currículos que abram novas portas para seus alunos e ampliem o impacto da atuação dos bons professores”.
“A tecnologia é uma ferramenta que, por si só, não agrega vantagens relevantes para a escola e para o processo de aprendizagem. Por isso, buscamos desafiar os educadores a apresentarem projetos, aplicando a tecnologia na prática em desafios e cenários presentes na realidade das salas de aula e que possam ser aplicados por outras instituições de ensino ou até mesmo pela própria comunidade do entorno da escola. A importância é mostrar como as Tecnologias da Informação e Comunicação podem ser parte relevante da dinâmica escolar”, conclui. |
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Caso de Sucesso |
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| Piraí compra 5.500 Classmates PCs e torna-se a primeira cidade no mundo a adotar a computação 1:1 em toda rede municipal de ensino |
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| Oscar Clarke, Presidente da Intel Brasil |
A cidade de Piraí, situada no estado do Rio de Janeiro, anunciou a compra de 5.500 Classmate PCs com tecnologia Intel, que chegarão aos alunos matriculados em todas as 21 escolas municipais. Fabricados no Brasil pela Positivo Informática, os equipamentos foram financiados pelo Governo Estadual do Rio de Janeiro e serão entregues até o início de agosto.
Com a entrega dos Classmate PCs, Piraí passa a ser a primeira cidade em todo mundo a adotar a computação 1:1 (ambiente em que os estudantes usam computadores portáteis em seus estudos a qualquer hora e em qualquer lugar) em toda a rede municipal de ensino. Piraí vem sendo amplamente reconhecida pela inovação tecnológica e pela autonomia na definição de políticas públicas com foco em educação como parte do programa Piraí Digital, criado em 2004.
Para os coordenadores do Projeto Piraí Digital, os professores Franklin Dias Coelho e Maria Helena Cautiero Jardim, tem-se utilizado a infra-estrutura da Cidade Digital como ferramenta para o desenvolvimento de conteúdos digitais e para a criação de ambientes virtuais de aprendizagem nas escolas do município, nos quais alunos e professores produzem de forma interativa e colaborativa. “Isso significa trabalhar uma mudança de hábitos e de cultura de gestão, as novas formas de linguagem e de diálogo com a população, os caminhos mais interativos entre professores e alunos e as novas formas de produção do conhecimento. Daí, a escolha pelo projeto que disponibiliza um computador por aluno, para os nossos 6.200 alunos, que denominamos iNova Educação”, explicou Maria Helena Cautiero.
Oscar Clarke, presidente da Intel Brasil, destaca a importância do acesso à tecnologia para a redução da desigualdade social e aumento da competitividade do país. “A tecnologia permite uma rápida evolução de idéias e habilidades necessárias para os desafios do século XXI. A tecnologia aplicada à educação é um processo sem volta, pois, com um computador nas mãos e acesso à internet, os estudantes estarão aptos a participar da revolução tecnológica e da sociedade do conhecimento”, afirma Clarke.
A colaboração entre Intel e o programa Piraí Digital se destaca no cenário mundial por promover no Brasil uma iniciativa pioneira e caracterizada pelo planejamento do governo municipal na adoção de políticas públicas e pedagógicas para viabilizar o projeto. Esta iniciativa se soma ao compromisso global da Intel em oferecer tecnologias para a educação adequadas aos aspectos culturais e econômicos das comunidades em que está inserida.
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| Luiz Fernando Pezão, vice-governador do Rio de Janeiro e secretário estadual de obras, testou o Classmate PC durante o anúncio |
O anúncio tem o objetivo de democratizar o uso da tecnologia na educação e, conseqüentemente, promover uma transformação sócio-econômica em Piraí, assim como o projeto tecnológico e educacional iniciado pelo governo de Portugal em julho de 2008. Conhecida como iniciativa Magalhães, esta parceria público-privada viabilizou a computação 1:1 para meio milhão de estudantes do ensino fundamental. A iniciativa Magalhães foi elaborada pelo governo português para melhorar a educação das próximas gerações de cidadãos, aumentando a competitividade do País na economia baseada no conhecimento.
Classmate PC
O Classmate PC com tecnologia Intel é uma solução educacional completa desenvolvida especialmente para atender as necessidades fundamentais da educação. Os Classmate PCs foram elaborados em colaboração com desenvolvedores e fabricantes locais e mundiais, a partir de extensas pesquisas etnográficas. Características como estrutura durável, resistência a quedas, capa protetora com alça para transporte, teclado resistente a água e software educacional integrado fazem do Classmate PC a melhor solução educacional em custo-benefício.
Intel e Piraí colaboram com o ensino público
Em 2007, o então Chairman da Intel Corporation, Craig Barrett, conferiu os avanços que a tecnologia pode ter na educação durante sua visita ao CIEP 477 Rosa da Conceição Guedes, no distrito de Arrozal, uma das cinco escolas do País escolhidas pelo Governo Federal para receber o Projeto UCA – Um Computador Por Aluno.
Na ocasião, Barrett participou de assinaturas de acordos com o governo estadual do Rio de Janeiro e municipal de Piraí para expansão de programas educacionais que beneficiaram todo o ecossistema de educação da rede pública estadual. |
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Por Dentro |
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| MEC lança Fórum Mundial Educação Profissional e Tecnológica |
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| Eliezer Pacheco, secretário de educação profissional e tecnológica do MEC |
O ministro da Educação, Fernando Haddad, lança amanhã (30), às 14h, em Brasília, o Fórum Mundial de Educação Profissional e Tecnológica, que será realizado no período de 23 a 27 de novembro, também na capital federal. Na solenidade de lançamento, com transmissão on-line da TV MEC, será inaugurada a página eletrônica do fórum. Com a participação confirmada de instituições de vários países, o fórum pretende reunir mais de cinco mil pessoas, entre especialistas, gestores, estudantes e trabalhadores de todo o mundo. O encontro terá palestras, debates, exposições, shows e atividades culturais. Está prevista, ainda, uma feira de culinária mundial. “É uma troca de experiências que pode determinar o futuro profissional de milhares de pessoas”, afirmou o secretário de educação profissional e tecnológica do MEC, Eliezer Pacheco. No primeiro dia, o tema do encontro será educação, trabalho e desenvolvimento sustentável; no segundo, culturas e integração; no terceiro, ética, inclusão e diversidade. O último dia será reservado à elaboração de documento com as expectativas e constatações do fórum. |
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| Escola Técnica Aberta do Brasil deverá criar mais 26 mil vagas |
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| Hélio Chaves Filho, diretor de regulamentação e supervisão da Seed |
Criado há pouco mais de um ano, o Programa Escola Técnica Aberta do Brasil (e-Tec), que oferece educação profissional e tecnológica a distância, chegou à marca dos 23 mil estudantes em todo o país. Até o fim deste ano, deverão ser criadas mais 26 mil vagas na modalidade. O anúncio foi feito durante o 1º Encontro Regional de Coordenadores do e-Tec, que aconteceu entre os dias 23 de 24 deste mês no Ministério da Educação. O evento, realizado pelas secretarias de Educação a Distância (Seed) e de Educação Profissional Tecnológica (Setec) do MEC, reúne 120 representantes das regiões Norte e Centro-Oeste. Na ocasião, além de ampliar o diálogo entre o ministério e as instituições, os participantes trabalharão na criação de um fórum de discussão sobre o ensino técnico no Brasil. O diretor de regulamentação e supervisão da Seed, Hélio Chaves Filho, apresentou um panorama geral do programa no Brasil. De acordo com ele, o número de vagas deverá chegar a 200 mil em 2010. Para isso, serão criadas 150 mil novas no próximo ano. “A cultura local tem mudado em relação à modalidade de ensino a distância. O programa e-Tec vai se estabelecer e fazer parte da qualificação profissional do futuro”, afirmou. Para isso, o MEC já ampliou o número de polos. Em 2008 eram 195, hoje são 540. A meta é chegar aos mil no próximo ano, ofertando 200 cursos de ensino técnico. Durante a abertura do encontro, o secretário de educação a distância, Carlos Eduardo Bielschowsky, salientou a importância da troca de experiências e informações entre os participantes e o MEC para avaliar o e-Tec. O objetivo do evento é apresentar as diferentes realidades enfrentadas nas duas regiões. Bielschowsky considerou que o e-Tec Brasil possibilita pensar no processo de educação a distância (EAD) de maneira mais ampla. “É uma política de inclusão profissional que possibilita aos alunos uma formação no ensino médio e uma oportunidade no mercado de trabalho”, disse. |
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| Universidade de Sorocaba escolhe CRM da Microsoft para aumentar satisfação dos alunos |
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A equipe de Tecnologia da Informação da Universidade de Sorocaba (Uniso) recebeu um desafio: mapear e avaliar o retorno dos chamados ao help desk. Para isso, era necessário adotar uma ferramenta que efetuasse esse levantamento de forma rápida e que servisse como um banco de dados de soluções dos problemas. A instituição optou pelo Microsoft Dynamics CRM, que registra as informações em seu módulo de serviços. O resultado foi uma gestão eficiente dos chamados, produtividade e satisfação dos usuários. Com base na prática bem-sucedida na área de TI, o CRM foi expandido para outros departamentos. Com um parque de mais de mil computadores, espalhados pelos diversos setores da universidade, mapear os problemas dos PCs e sugerir soluções de maneira rápida tornaram-se fundamentais para elevar o nível de satisfação dos usuários da Uniso. Também não existia uma maneira prática e eficaz de medir a produtividade e eficiência da equipe, nem havia um sistema com os processos arquivados. Diante desse cenário, a área de tecnologia decidiu adotar uma ferramenta que, além de registrar os chamados e permitir a visualização de todo o ciclo de suporte, pudesse servir como um banco de dados de problemas e soluções. O Microsoft Dynamics CRM foi escolhido por atender os requisitos que a Uniso buscava. "Com o CRM, além de identificar onde estavam os pontos críticos, conseguimos estabelecer um banco de soluções, para agilizar processos", conta Maurício Rodrigues Gomes, gerente de TI da Uniso. A plataforma possui um módulo de serviços, no qual são armazenadas todas as informações relativas ao help desk. "Se antes as solicitações eram feitas de maneira informal, por telefone, hoje temos registro de tudo e conseguimos atender aos chamados rapidamente e ainda avaliar o desempenho do atendimento", comemora Gomes. |
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| Sugestões para licitação de kits telecentro podem ser feitas por e-mail |
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O Ministério das Comunicações (MC) realizou, na terça-feira (23), audiência pública para ouvir o mercado sobre o termo de referência do edital que vai licitar 15 mil kits para instalação de telecentros. A meta do ministério é adquirir equipamentos de informática, audiovisuais e mobiliários para montar 5 mil telecentros ainda este ano e outros 10 mil em 2010. Os representantes das empresas de informática, produtos audiovisuais e mobiliários que participaram da audiência tiveram a oportunidade de questionar itens do termo de referência elaborado pelo ministério, fazendo suas sugestões por escrito. Além disso, o setor de projetos especiais do MC, que coordena o programa Telecentros Comunitários, disponibilizou dois endereços eletrônicos para que os interessados possam fazer suas sugestões: telecentros@mc.gov.br e audienciapublica@mc.gov.br. As considerações foram enviadas até a quarta-feira (24), e os técnicos do ministério começaram a dar resposta a cada uma delas na quinta-feira (25). Todas as sugestões serão analisadas e algumas poderão compor o edital definitivo da licitação, que deve ficar pronto em quinze dias. O coordenador do projeto, Carlos Roberto Paiva da Silva, ressaltou que o sistema operacional a ser instalado nos equipamentos licitados será disponibilizado pelo próprio Ministério das Comunicações e conclamou as empresas presentes na audiência a se juntarem ao ministério para mudar a realidade do Brasil, democratizando o acesso à tecnologia e levando o direito à cidadania a todo o país. “Não temos preferência por nenhum parceiro. Aquele que apresentar a melhor solução que atenda as especificações do edital, esse é o nosso parceiro. O que queremos efetivamente é continuar expandindo o programa. O que era utopia há um ano, já tornou-se realidade”, destacou Paiva, lembrando que o ministério já instalou telecentros comunitários em 5.452 municípios brasileiros. |
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| Ceará melhora percentual de alfabetização |
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A secretaria de Educação do Ceará divulgou esta semana o resultado do SPAECE Alfa - Sistema Permanente de Avaliação da Educação Básica do Ceará, que avalia o nível de alfabetização dos alunos do 2º ano do Ensino Fundamental da rede pública de ensino do estado. Os resultados apontam que houve redução de 11,2 pontos percentuais no número de alunos não alfabetizados ao final do 2º ano entre 2007 e 2008. De acordo com a avaliação feita no final do ano passado, 36,2% dos alunos não estão alfabetizados, o resultado anterior era de 47,4%. Para o secretário de Educação do Ceará, Mauricio Holanda Maia, os resultados mostram que a desigualdade está diminuindo. "Estamos reduzindo gradativamente o número de alunos nos níveis mais baixos de alfabetização, aumentando assim a equidade do sistema", explica. A meta, segundo ele, é chegar até 2010 com 100% dos alunos alfabetizados ao final do 2º ano do Ensino Fundamental. Segundo a secretaria, 99% da oferta nas séries inicias do Ensino Fundamental no estado já está municipalizada. A avaliação é feita em todos os municípios. Para Rui Rodrigues Aguiar, oficial de Educação do Unicef no Ceará, Piauí e Rio Grande do Norte, a melhora nos indicadores de alfabetização é bastante expressiva. "Os resultados mostram que se continuarmos nesse ritmo é possível garantir o direito de todas as crianças de serem alfabetizadas ao final do 2º ano do Ensino Fundamental". O oficial do Unicef diz que o principal recado que os resultados dão à sociedade é que os gestores municipais que assumiram este ano têm condições de garantir que, até o final deste mandato, 100% das crianças sejam alfabetizadas até o final do 2º ano. |
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| Projeto da Unesp oferece internet em braille |
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Um projeto de pesquisa, conduzido na Universidade Estadual Paulista (Unesp), em São José do Rio Preto, tem desenvolvido um console em braille para permitir o acesso de deficientes visuais ao conteúdo de páginas da internet. O trabalho visa a construção de um dispositivo eletromecânico, reconfigurável em tempo real, capaz de exibir todos os diferentes sinais do alfabeto braille em uma matriz de pontos que se elevam e abaixam em uma superfície de referência. A pesquisa tem apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) na modalidade Auxílio a Pesquisa – Regular, no projeto intitulado “Desenvolvimento de um dispositivo anagliptográfico para inclusão digital de deficientes visuais”. Este projeto é coordenado por José Márcio Machado, professor do Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas. Segundo Machado, com o dispositivo, um deficiente visual pode acessar textos comuns disponibilizados na internet sem necessidade de impressoras especiais e no tempo real do acesso. “Montados lado a lado em um teclado de leitura, os dispositivos se ligam a um processador capaz de ler um texto em uma tela comum de computador e o converter para os sinais braille”, disse. “O dispositivo poderá contribuir para ampliar as possibilidades de trabalho de deficientes visuais em todas as atividades que empregam computadores pessoais”. O projeto foi finalista regional do Prêmio Santander de Ciência e Inovação de 2008, na categoria Tecnologia da Informação e Comunicação. O projeto está em fase de construção do hardware. Machado ressalta que o dispositivo não converte arquivos de texto em áudio, uma vez que já existem outros equipamentos capazes de fazer isso. “Não é do nosso conhecimento que existam no Brasil pesquisas para o desenvolvimento desse tipo de equipamento, mas sabemos que existem resultados na área de conversão de texto em voz”, disse. De acordo com o coordenador do projeto, o próximo passo será disponibilizar o dispositivo para testes com deficientes visuais. |
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| Recursos de R$ 9,4 milhões são liberados pelo FNDE para convênios |
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Recursos de R$ 9,4 milhões, referentes a convênios celebrados com prefeituras e instituições de ensino, foram liberados na semana passada, pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Foram contempladas unidades de institutos federais de educação, ciência e tecnologia em Ouro Preto (MG), Mato Grosso e São Paulo, as universidades federais de Viçosa e Juiz de Fora (MG), da Paraíba, do Rio Grande do Sul e de Santa Maria (RS), a Fundação Universidade de Brasília e a prefeitura de Severínia (SP). Os recursos servirão para o financiamento do programa Universidade Aberta do Brasil e para projetos de assistência a crianças e adolescentes em situação crítica de vulnerabilidade social previstos em programas e ações da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad) do Ministério da Educação. |
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| Extensão universitária pode financiar até 500 projetos |
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Os ministérios da Educação, da Cultura e do Trabalho e o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) se uniram este ano para ampliar os recursos destinados à melhoria da gestão das atividades de extensão universitária. O investimento no período 2009-2010 será de R$ 19,2 milhões. De 2006 a 2008, o Programa de Apoio à Extensão Universitária (Proext) teve R$ 16 milhões, verbas exclusivas do MEC. Para receber os recursos, as universidade públicas, federais e estaduais, e os institutos federais de educação, ciência e tecnologia, que oferecem cursos superiores, devem inscrever seus projetos até dia 03 de julho. Com a ampliação dos investimentos, os três ministérios e o Iphan têm a expectativa de financiar cerca de 500 novos projetos, no prazo de dois anos. O Edital nº 6/2009 permite que cada instituição de ensino superior apresente até 24 propostas, dentro de quatro linhas de ação. Cada ação tem recursos definidos: educação, desenvolvimento social e saúde, R$ 12,2 milhões; gestão cultural, economia da cultura e desenvolvimento das linguagens artísticas, R$ 3 milhões; preservação do patrimônio cultural brasileiro, R$ 1 milhão; trabalho, emprego, incubação de empreendimentos econômicos solidária, R$ 3 milhões. O Programa de Apoio à Extensão Universitária envolve professores e estudantes nas atividades de extensão. O limite de recursos é de R$ 100 mil para os programas e R$ 30 mil para os projetos. Na elaboração das propostas, segundo o edital, as instituições de ensino superior devem atender a uma série de diretrizes, como a indissociabilidade entre extensão, ensino e pesquisa, o impacto social da ação na comunidade e na formação dos alunos. |
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